Nunca gostei do trio londrino The xx. A mim sempre pareceu uma banda de vocais sonolentos, arranhões de palheta nas seis cordas, bateria eletrônica de bolso, sintetizadores na linha meu-primeiro-Roland-Juno-6-vintage-comprado-no-eBay e letras sobre o universo em desencanto das relações adolescentes. Tudo embalado num pacotão indie lo-fi, pretensamente de som simples e postura blasé, mas que parece ter cada movimento estudado à exaustão pra captar a audiência numa atitude "adotem-nos, somos legais" que eu sempre quis distância.
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sábado, 14 de janeiro de 2017
Boa Noite, Tristeza
Nunca gostei do trio londrino The xx. A mim sempre pareceu uma banda de vocais sonolentos, arranhões de palheta nas seis cordas, bateria eletrônica de bolso, sintetizadores na linha meu-primeiro-Roland-Juno-6-vintage-comprado-no-eBay e letras sobre o universo em desencanto das relações adolescentes. Tudo embalado num pacotão indie lo-fi, pretensamente de som simples e postura blasé, mas que parece ter cada movimento estudado à exaustão pra captar a audiência numa atitude "adotem-nos, somos legais" que eu sempre quis distância.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
The Roof Isn't On Fire
Nada demais, mas nada mesmo, esse single novo do cultuado, idolatrado e adorado Jamie xx. Devo, certamente, fazer parte de uma minoria que não vê motivo pra tanta pagação de pau pra esse rapaz, membro do também incensado the xx. Mas, como o que importa é a música, “All Under One Roof Raving” é um encaixotamento de samples com batidas bem ralinhas, que, segundo Jamie, são uma homenagem à cultura rave do Reino Unido. Achei tão empolgante quanto o futebol apresentado pela seleção inglesa na Copa.
“All Under One Roof Raving”: sem graça.
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