"Without Love": pra deixar Ethan Kath choramingando baixinho.
Mostrando postagens com marcador Alice Glass. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alice Glass. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Cortante Como O Vidro
sábado, 18 de julho de 2015
Alice Practice
Crystal Castles segue com Ethan Kath e a nova vocalista Edith, soltou duas (boas) músicas recentemente e vem álbum novo aí. Ex-titular do microfone, a gataça Alice Glass subiu no Soundcloud essa semana sua nova empreitada solo, a faixa "Stillbirth". Disponível a partir de hoje em sites como iTunes e Spotify, a renda obtida com a venda do single vai para organizações sem fins lucrativos que ajudam sobreviventes de violência doméstica, violência sexual e incesto (conforme informa o site da cantora). "Stillbirth" é pesadíssima, com estrutura nada convencional e alterna momentos de calmaria com toneladas de distorção e efeitos. Bem interessante.
"Stillbirth": Glass começa bem.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Life After Death
Será que o Crystal Castles sobrevive sem Alice Glass na linha de frente? A julgar pela nova "Frail", sim. Glass deixou a peteca na mão de Ethan Kath em Outubro passado, alegando "razões pessoais e profissionais", como de praxe. Curioso é que Kath arrumou uma vocalista com um timbre sádico/infantil igualzinho ao de Alice: conforme anúncio na página da banda no Soundcloud, a nova cantora chama-se Edith. "Frail" tem aqueles sintetizadores sacro-tranceiros dignos das melhores faixas do duo, hi-hats sujos e vocais ininteligíveis (não se preocupe porque eles incluíram a letra no post). Eu achei foda.
"Frail": ótima volta.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Fortaleza Que Não Desaba
Crystal Castles mantém um padrão invejável de qualidade com seu terceiro álbum, lançado mês passado. III traz a dupla canadense envolta num clima etéreo-opressivo em 12 faixas produzidas pelo tecladista Ethan Kath, gravadas em Varsóvia e mixadas em Londres.
A fria capital polonesa, com suas muitas catedrais em estilo gótico, deve ter inspirado o duo no saldo final das composições: a temática ao mesmo tempo sacra e profana da faixa de abertura "Plague" ("Virgin cells to penetrate / Too premature to permeate / They fake sincerity / Thy gifts don’t give to me / Now you’ve been annointed / They’ve been asking for it"), é um bom exemplo. "Wrath of God" continua: "Christen them / With paraffin / Sterilize samaritans / Contravene loyal ties". Saber em que contexto Alice Glass canta esses versos, quase soterrada por camadas de synths e ruído, é uma das incógnitas do álbum. Tentar descobrir com repetidas audições é que é o grande barato. Na terna "Affection", Glass sussurra "Without past I can't disappoint / My ancestry", enquanto Kath tira não sei de onde, um dos riffs de sintetizador mais bonitos do ano. A paleta sonora do Crystal Castles em III é diversa, mas a ousadia paga o preço da ojeriza que pode causar quando faixas como "Insulin" põe em dúvida até onde vai o limite do que cabe ou não dentro da música, em si. Ethan Kath explora habilmente esses limites no disco, com timbragens próximas de um mix de Ruído Branco com synths vintage, em que ele pode destruir melodias lindas como a de "Mercenary", o que pode soar tanto divino quanto estúpido. No ótimo electro-funk noise de "Kerosene" e na tranceira "Telepath", linhas de baixo atordoantes reforçam os arranjos, enquanto "Transgender", "Sad Eyes" e "Violent Youth" abrem caminho na pista de dança com timbres mais amigáveis e programações de bateria favoráveis aos quadris. A doce e enigmática "Child I Will Hurt You" encerra III, um dos discos do ano.
A sufocante "Kerosene": perturbadora, como quase tudo em III.
Assinar:
Postagens (Atom)





