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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Children's Day


Ele não é exatamente uma criança, mas já pode comprar a última versão do iPhone sem encher o saco dos pais. O rapper adolescente de Atlanta Ricky Lamar Hawk tem 17 anos, lançou seu primeiro single usando o pseudônimo Silentó em Maio deste ano e - daquelas coisas que não se explica no pop - arrombou a banca. "Watch Me (Whip/Nae Nae)" é um rap de temática infantil e, vai saber porquê, foi pro alto do paradão da Billboard (vendeu quase dois milhões de cópias nos EUA) e vai bem no resto do mundo, também. O vídeo, já passa de trezentos milhões de visualizações no Youtube (!). A letra é uma daquelas bobagens "MMMBop", com sintetizadores de videogame e uma base tipo LL Cool J circa 1987. É divertido, vai.

"Watch Me": Kris Kross versão 2015.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sexta Feira Bagaceira: Rihanna


Em Outubro do ano passado, Robyn Rihanna Fenty - tenros 25 aninhos e apenas nove de carreira - foi escolhida pela Billboard "a artista mais importante das duas últimas décadas", baseando-se no número de vezes que a cantora barbadense entrou na parada oficial americana, boa parte em primeiro lugar.

Rihanna tem bons singles, inegável. "Umbrella", de 2007, por exemplo, já é um clássico pop. Ganhou versões de mais de 30 artistas, incluindo Mike Shinoda (Linkin Park), Manic Street Preachers e My Chemical Romance.


Minha faixa preferida dela é "Disturbia". Um electropop de refrão perfeito, vocal com auto-tune discretinho, backings lindos, chiclete, eufórica. E ela - como sempre - está absolutamente deliciosa no vídeo. Um espetáculo.

Pena que voltou pro Chris Brown, mesmo depois de ter tomada um esfrega bonito desse imbecil em 2009. Vacilona.

"Disturbia": vem ni mim, Rihanna.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

7 Razões


"7 Days" é o meu R&B número um. Lançada em Julho de 2000 no Reino Unido e em Outubro nos Estados Unidos, foi um sucesso estrondoso. Topo do paradão inglês, entre as dez mais da Billboard. Nada mal pra um cidadão nascido em Southampton, Inglaterra. Invadir assim um mercado conservador como o americano não é toda hora que acontece, ainda mais no R&B, jóia local. É que David - então com apenas 19 anos - mandou bem demais. Com produção do galês Mark Hill, o single é uma gema pop que ajudou a catapultar o álbum de estréia do cantor (Born To Do It) pra lá de 8 milhões de cópias. Aproveitei pra enumerar sete motivos pra "7 Days" ser tão legal:

1) Tem um riff de violão que não tem explicação. É tão, tão grudante que fica difícil se desvencilhar dele depois de ouvir.  
2) A programação de bateria é matadora. Barulhinhos certeiros, sininhos, dedos estalando.
3) O refrão é fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e...
4) É uma canção sexualmente explícita na letra, contida na atitude mas que também é um grande estímulo dançante.
5) Serve de trilha tanto pra pista quanto pro ritual de acasalamento.
6) Craig David tem a manha. Faz o tipo "mamãe-passou-açúcar-nimim", mas canta bem.
7) O vídeo é cool, David até se puxa na interpretação. 

"7 Days": haja fôlego.