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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Sexta Feira Bagaceira: Barbra Streisand


 Lançado em Maio de 1981, "Promises" é o quarto single extraído de Guilty - álbum um tanto meloso que trouxe o megahit "Woman In Love" e que marcou a parceria entre Streisand e um certo Barry Gibb. Disco tardia mas sublime, "Promises" foi composta pelos gênios pop Barry e Robin Gibb. Tem um instrumental irrepreensível - metais e sintetizadores num casamento perfeito - vocais de apoio inconfundíveis e Streisand alcançando notas beeeem altas e afinadíssimas. Hit democrático de AM, FM e pista de dança, "Promises" periga ser cafona demais pra entrar em algum Best Of da era disco, mas a produção redondinha de Gibb e o apelo pop/discoteca da canção a credenciam como hit eterno. Pelo menos no meu Technics.

"Promises": quem liga pra permanente dela com uma voz dessas?

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Quarta do Sofá: Robin Gibb


Vocal cristalino, uma jamanta de sintetizadores e um refrão matador: era a receita de "Like A Fool", pop perfeito lançado como single em 1985, por Robin Gibb.

Sabe aquela época que tocava música lenta em boate? Não?

Eu sei.

"Like A Fool": sei como é, Robin.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quarta do Sofá: Kenny Rogers


Eyes That See in the Dark de Kenny Rogers foi lançado em 1983 e vendeu impressionantes 15 milhões de cópias. Não só pelo country de Rogers ser imensamente popular nos Estados Unidos, nem porque as baladas espalham quilos de açúcar pelo disco, mas principalmente porque por trás desse álbum tem a composição, produção e execução dos gênios pop do Bee Gees.

"You And I" é minha preferida. Foi escrita originalmente pelos Gibb para Marvin Gaye gravá-la como um R&B, mas acabou na voz semi-rouca de Kenny Rogers. Hit mundial. "Na-na-nas" como os desse backing aí não cabem mais na música atual. Você me entende.

"You And I": eu, você, nós dois.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

To Be Or Not Bee Gee

Ó que sexy os irmãos Gibb nos 70.

Os Bee Gees tem boa parcela de responsabilidade pela popularização absurda da disco na segunda metade dos anos 70 - você sabe: John Travolta, Saturday Night Fever, hits planetários, etc... Por tabela, o trio também ajudou bastante para que o gênero ganhasse aquela superexposição toda e começasse seu declínio na virada pros 80. Verdade é que a disco deixou marcas indeléveis no pop e volta e meia ela volta à pauta com alguma coisa interessante.


Prova disso é esse 12" que surgiu uns dias atrás, The BG's Multi Remixes. O vinil traz versões não autorizadas para três clássicos dos Bee Gees, num trabalho primoroso. Não me pergunte quem é esse pessoal que se atreveu a meter a mão nessa imaculada obra disco, mas o resultado é fantástico. Aqui os aventureiros não mexeram nos arranjos, não mudaram as batidas, não acrescentaram timbres sintético-alienígenas. Nada disso. O foco foi manter a pegada disco simplesmente editando uma versão extended de "Night Fever" (que ganhou oito minutos de cordas passeando pelo chimbau sibilante inesquecível da faixa), ou exaltar o riff clássico de guitarra de "Stayin' Alive" limando grande parte dos vocais que praticamente criaram uma versão dub para o tema ou ainda ensinando passo a passo como construir uma dance track com cada elemento adicionado como tijolo na parede (em "You Should Be Dancing"): piano elétrico e bateria, depois guitarra, baixo, percussão, metais, vocais... O mais legal é a semente da dúvida que esse bootleg plantou na minha cabeça: como é que os caras conseguiram fazer essas versões sem as fitas master multipistas com todos os sons gravados separadamente? Se você tem o dom, me responda.

The BG's Multi Remixes: clássicos revisitados, ligeiramente modificados e estendidos.

The BG's Multi Remixes [HOTGOLD VII] by Hands Of Time