
A exemplo da escolha das minhas faixas preferidas de 2013, os álbuns também seguem a mesma lógica sintético/sacolejante. Vão ser só dez, porque como escrevi no Top 65 Músicas, acho que foi um ano de poucos discos realmente bons, homogêneos, coesos. Olha, nada de The Knife, Boards Of Canada, Darkside ou Atoms For Peace. Não vou pagar de cool. Esses aí vão aparecer em muitas listas, ouvi todos e só consegui simpatizar um pouco com o Amok, do Atoms For Peace (projeto do Thom Yorke), mesmo assim, não acho suficiente pra estar num Top 10. Entendo a guinada artística e a ousadia do Knife, mas Shaking The Habitual é, francamente, inaudível. O Tomorrow's Harvest - que encerrou um jejum de oito anos do Boards Of Canada - achei árido demais, e o Darkside (parceria do músico/produtor Nicolas Jaar e do multi-instrumentista Dave Harrington), me deixou com a impressão de que o hype encobriu a música - que não é essa rapadura toda, apesar dos bons momentos revivendo o Pink Floyd no seu debut Psychic (especialmente em "Heart" e "Metatron"). O que eu realmente ouvi, curti, repeti, cantei junto, decorei a ordem das faixas e dancei, é o que está abaixo. Os links com os textos sobre cada um destes álbuns postados em 2013 aqui no blog, estão em vermelho.
10 - DJ Day - Land Of 1000 Chances

9 - Ian Pooley - What I Do

8 - Zomby - With Love


6 - Kölsch - 1977

5 - Mesh - Automation Baby

4 - Hot Natured - Different Sides Of The Sun

3 - Kraak & Smaak - Chrome Waves

2 - Daft Punk - Random Access Memories

1 - Disclosure - Settle


