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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Set Mix Dark Techno House by Carlinhos


Techno subterrâneo, house lúgubre, sintetizadores ameaçadores, samples esquisitos, vozes etéreas... tudo isso mixado por este que vos tecla num set de uma hora em que o darkismo cruza com a dance music e gera um filhote que transita com desenvoltura tanto pela pista de dança quanto pela sala de estar. Clicaê!

Tracklist:

1) Aftermath (Robags Berchem Duff NB) by Hundreds (Krakatau Records)
2) Volta Cobby by Robag Wruhme (Pampa Records)
3) It's Only (DJ Koze Mix) by Herbert (Pampa Records)
4) XTC by DJ Koze (Pampa Records)
5) First Fires (Maya Jane Coles Remix) by Bonobo feat. Grey Reverend (Ninja Tune)
6) Bad Kingdom (DJ Koze Remix) by Moderat (Monkeytown Records)
7) Moth by Burial & Four Tet (Text Records)
8) Open Eye Signal by Jon Hopkins (Domino)
9) Your Darkness by Benoit & Sergio (Visionquest)
10) Believe by Traumprinz (Giegling)
11) When Radio Was Boss by Soulphiction (Pampa Records)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Techno Descendente


Tentar entender o nome da faixa que o DJ e produtor alemão Robag Wruhme acabou de lançar faz tanto sentido quanto procurar saber o porquê de um nome artístico tão impronunciável quanto o seu verdadeiro (Gabor Schablitzki). "Xmop-198" perde em inventividade para o seu último EP (Cybekks, de 2015) e ele mesmo parece prever a onda de narizes torcidos com um comentário no Soundcloud ("But please! It's Techno inside."). O que Wruhme disponibiliza desta vez é techno minimal e monocórdico, sem variação, sem riffs e sem melodia. Uma linha de baixo e umas chicotadas de sintetizador. Perto do que ele já fez, achei fraquinho.

"Xmop-198": descendo um degrau.

domingo, 24 de maio de 2015

Poltergeist Techno


Acho que Cybekks, o EP mais recente de Robag Wruhme, deve ter sido gerado na mesma mansão em que Trent Reznor gravou The Downward Spiral - o local foi palco do assassinato da atriz Sharon Tate, pela trupe de lunáticos liderada por Charles Manson, em 1969.

Isso explicaria a aura sobrenatural do disco. Há desde os strings camerísticos ameaçadores da faixa título até a placidez do piano opaco de "Anton I" e a caixinha de música sinistra envolta em cânticos do além em "Anton II". A melhor do EP é "Volta Cobby": recortes de vozes possuídas, riff deformado de sintetizador e clima fantasmagórico. Pampa Records acerta de novo (nenhuma novidade).

"Volta Cobby": faixa poderosa e vídeo perturbador.